Arquitetura
Estrutura Societária & Fluxos
Como o dinheiro circula dentro do grupo determina quanto imposto paga, que risco corre e que opções terá quando aparecer uma oportunidade.
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Vale a pena criar uma holding em Portugal?
Vale quando existe mais do que uma sociedade, quando há lucros que não são todos distribuídos aos sócios, quando se pretende separar risco de património ou quando existe a possibilidade de vender uma das empresas no futuro. A vantagem central é o regime de participation exemption: cumpridos os requisitos legais de percentagem e período de detenção, os dividendos e as mais-valias recebidos pela holding não são tributados, o que permite reinvestir sem custo fiscal intermédio. Para quem tem uma só empresa e distribui tudo, a holding raramente compensa a complexidade adicional.
Para quem é
- Grupos com várias sociedades sem sociedade-mãe
- Empresários que reinvestem lucros em novos projetos ou imobiliário
- Sócios a preparar a venda futura de uma das empresas do grupo
- Estruturas com suprimentos e contas de sócios por regularizar
Sinais de que precisa disto
- Distribui dividendos e sente que paga imposto duas vezes
- Cada nova empresa nasce solta, sem lógica de grupo
- Existe dinheiro parado numa empresa e falta noutra
- Os suprimentos dos sócios nunca foram formalizados
- Pretende vender uma das empresas e a estrutura atual torna a venda cara
O que entregamos
Arquitetura da holding
Desenho da sociedade-mãe, participações e enquadramento no regime de participation exemption.
Otimização de dividendos
Como fazer subir e circular resultados dentro do grupo com o menor atrito fiscal legalmente possível.
Desenho de fluxos entre empresas
Suprimentos, prestações suplementares, contratos de prestação de serviços e preços de transferência.
Análise de participation exemption
Verificação dos requisitos de detenção e das condições que asseguram a isenção.
Como trabalhamos
Levantamento
Estrutura atual, participações, resultados acumulados e movimentos entre empresas.
Modelação
Comparação de cenários com o custo fiscal de chegada a cada um e o efeito anual recorrente.
Desenho final
Estrutura-alvo, sequência de atos e regime aplicável a cada passo.
Execução
Coordenação de advogados e contabilistas até a estrutura estar registada e operacional.
O que muda no fim
Perguntas Frequentes
